Criei um Blog.
Redundante, né? Se você está lendo, significa que... ah, tá. Deixemos isso para o Sheldon (The Big Bang Theory; (ótimo seriado americano).
Começando de novo: depois de muito tempo desperdiçando textos em folhas velhas de caderno, gastando um dinheiro imenso e produzindo um incessante cessar de árvores (além de empregos na indústria de papel, o que era o caso do meu pai a algum tempo atrás), após tudo isso eu resolvi colocar meus textos num lugar aonde, por imensa exposição, eu serei inteiramente ignorado: a internet.
Poderia criar (ou copiar, não interessa, Tarantino que o diga) um texto imenso sobre a internet, como ela abriu espaço para a escrita, a socialização, a banalidade. Mas isso também é redundante, e aos teóricos da internet fica esta tarefa.
Teóricos. Engraçado, eu adoro os teóricos. Os da internet, por exemplo, devem ser aclamados. No meio deste fenômeno imenso, eles tentam ver o que está acontecendo. Quem está no meio da tempestade tem mais dificuldade de ver o céu acima das nuvens (tudo bem, sem mais poesia de segundo calão).
Outros teóricos que eu admiro são os físicos. Eu, criança ainda, nos meus 13 anos de idade, comprei um livro sobre Albert Einstein. Pronto. Passei a admirar a Física como nada mais. Divertida, séria, útil. Quem diria que os físicos, em suas cadeiras e contas, iriam inventar o mundo moderno? Desculpe-me Freud, você vê o que os homens sentem, eles criam mais algumas coisas pra você se preocupar. É a vida.
Física. Daí surge o título do blog, numa manhã de sábado. Diálogo: conversar é bom. Entropia: não garanto a certeza, não farei citações (por ora), mas é a medida de desorganização de um sistema. Não que eu seja desordeiro, mas os diálogos aqui serão bastante entrópicos, com temas variados e conclusões que os farão pensar que o autor está um tanto quanto ébrio.
Uma última palavra sobre entropia: esta palavra veio ao meu disco rígido de massa cinzenta de forma diferente quando um amigo me disse, após um encontro de astronomia: a entropia do universo está aumentando, mas o ser humano vai contra isso.
Estamos nadando contra a corrente. De algum modo, isso me felicita.
sábado, 24 de janeiro de 2009
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